ALERTA VERMELHO NA EDUCAÇÃO
PSIQUIATRA DE MS AFIRMA QUE A ESCOLA VIROU O PIOR AMBIENTE PARA TRABALHAR E CONVIVER
POR: REDAçãO PRONTO FALEI CREDITO: REPRODUçãO
O diagnóstico é alarmante e vem de quem trata a mente humana há mais de 30 anos. A médica psiquiatra e professora da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Elisabete Castelon Konkiewitz, publicou um vídeo-desabafo no YouTube com uma afirmação contundente: a escola se tornou o pior lugar para uma pessoa trabalhar e conviver.
Com doutorado na Alemanha e vasta experiência clínica, a especialista afirma que o esgotamento de professores, coordenadores e alunos que chegam ao seu consultório não é coincidência, mas o reflexo de um sistema falido.
Segundo a médica, o ambiente escolar se tornou tóxico devido a uma combinação de fatores modernos: O professor perdeu a autoridade e as ferramentas para manter a disciplina em sala de aula, o uso excessivo de celulares reduziu drasticamente a capacidade de concentração dos alunos, mudanças na estrutura familiar diminuíram o suporte emocional que as crianças recebem em casa e escolas superlotadas, deterioradas e um excesso de burocracia que sufoca os docentes.
"Estou convicta de que a escola é o pior lugar para uma pessoa trabalhar", desabafa a psiquiatra, destacando que muitos profissionais chegam aos consultórios traumatizados.
Para Elisabete, a solução exige coragem para mudar o modelo atual. Ela defende que a educação precisa focar em métodos científicos de aprendizado em vez de correntes ideológicas.
AS SAÍDAS PRÁTICAS PROPOSTAS PELA ESPECIALISTA INCLUEM:
1 - Redução do número de alunos por sala.
2 - Diminuição da burocracia para os professores.
3 - Criação de ambientes físicos mais acolhedores.
4 - Fortalecimento do trabalho em equipe e valorização real dos profissionais.
O alerta da psiquiatra joga luz sobre uma crise invisível: antes de reprovar nas matérias, a escola brasileira está falhando em cuidar da saúde mental de quem está dentro dela.
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