Policial
PM NEGA TER DADO VOZ DE PRISÃO A MÉDICA E SERVIDORES DE UPA
FONTE: DOURADOS NEWS POR: REDAçãO/CAMPO GRANDE NEWS CREDITO: OSMAR VEIGA
Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira, dia 02 de abril, a PM/MS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) se pronunciou sobre a ocorrência registrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), do bairro Coronel Antonino, em Campo Grande, na manhã de terça-feira (1º).
O caso envolveu uma denúncia de omissão de socorro após um pai alegar que a médica de plantão havia se recusado a atender o filho dele, de 10 meses. A vice-presidente do Simed-MS (Sindicato dos Médicos do Estado de MS), Rosimeire Arias, foi quem confirmou a situação da voz de prisão ao site Campo Grande News.
De acordo com a PM/MS, ao ser acionada pelo pai da criança, a equipe policial chegou à unidade e constatou que a criança já estava sendo medicada. Ao ser questionada, a médica responsável explicou que não houve recusa no atendimento, mas sim uma espera pela disponibilidade de um leito para a internação da criança. A médica também afirmou que todos os médicos da UPA estavam em atendimento no momento da ocorrência.
A Polícia Militar ainda destacou que foi acompanhada por um responsável técnico da UPA, que confirmou que todos os profissionais estavam em serviço e que o atendimento estava sendo realizado conforme a rotina da unidade.
Em relação ao registro feito pelo pai da criança, que ainda buscava formalizar a denúncia contra a médica, a PM esclareceu que não houve prisões na ocorrência. O solicitante foi orientado a registrar o boletim de ocorrência na delegacia para formalizar sua queixa.
A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande também se manifestou ontem sobre o caso, reafirmando que não houve omissão de socorro. A pasta informou que a criança foi atendida, medicada e aguardava a liberação de um leito para internação, o que foi dificultado pela alta demanda nas unidades de urgência.
