• Segunda, 15 de Junho de 2026

RODOLFO ARTICULA AÇÃO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA APÓS INVASÃO DE PROPRIEDADE RURAL EM SIDROLÂNDIA

FONTE: ASSESSORIA POR: REDAçãO CREDITO: DIVULGAçãO


O deputado federal Rodolfo Nogueira afirmou estar acompanhando de perto os desdobramentos da invasão indígena ocorrida em uma propriedade rural de Sidrolândia e disse ter acionado imediatamente o Governo do Estado para garantir a atuação das forças de segurança.


“Quem invade terra tem que ser tratado com o rigor da lei. Assim que recebi a informação, solicitei ao Governo do Estado que as forças de segurança pudessem fazer o enfrentamento para restabelecer a ordem no local”, declarou.


Segundo o parlamentar, o governador Eduardo Riedel, o secretário de Segurança Pública, Carlos Videira, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Renato dos Anjos Garnes, atenderam prontamente ao pedido, com o envio da tropa de choque para a região.


“De pronto, como sempre muito solícitos, o governador Riedel, o secretário Carlos Videira e o coronel Renato me atenderam e encaminharam nesta manhã a tropa de choque para o local. Como eu sempre digo, no MS invasor de terra não se cria”, afirmou.


Em outra manifestação recente, Rodolfo Nogueira também rebateu críticas direcionadas a Mato Grosso do Sul após um episódio de violência ocorrido dentro de uma aldeia indígena em Sidrolândia. O deputado afirmou que o caso foi usado de forma equivocada para atacar a imagem do Estado.


“Mato Grosso do Sul foi atacado por uma fala injusta, desinformada e preconceituosa. E quem ama essa terra não pode se calar”, disse.


O parlamentar ressaltou que as informações divulgadas apontam que a agressão ocorreu dentro da própria aldeia e envolveu integrantes da segurança indígena.


“Antes de atacar Mato Grosso do Sul e a nossa Polícia Militar, apresente fatos. Mato Grosso do Sul é uma terra abençoada, de gente séria e trabalhadora”, declarou.


Ao final, Rodolfo defendeu respeito ao Estado e à população sul-mato-grossense, destacando que não há espaço para preconceitos ou generalizações contra quem vive e trabalha na região.

 

 

 



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