• Terça, 27 de Outubro de 2026

'NÃO ERAM AMANTES, APENAS CONHECIDOS', DIZ ADVOGADO DE HOMEM QUE JOGOU CORPO DE MULHER EM VALA

Raquel Perciliano, 59 anos, teria sofrido um infarto ao manter relações sexuais com o suspeito durante o final de semana

FONTE: TOP MíDIA NEWS POR: BRENDA SOUZA CREDITO: REPRODUçãO FACEBOOK



“Não eram amantes, eram apenas conhecidos”. É o que alega Ivam Oliveira da Silva, advogado do suspeito de jogar o corpo de Raquel Perciliano, 59 anos, em uma vala, em Terenos, durante o final de semana.

Para a reportagem, ele disse que a morte foi uma fatalidade ocorrida durante um encontro entre conhecidos. “Apenas saíram neste dia, mas não eram amantes, apenas conhecidos. A cidade é pequena, a maioria se conhece”, detalhou.

Além disso, Ivam justifica que, no dia dos fatos, seu cliente se assustou ao ver Raquel passando mal em decorrência do infarto e por isso ficou desorientado. “Ficou sem direção, o que o fez ocultar o corpo. Mas assim que recobrou a consciência, comunicou aos familiares o acontecido”, finalizou.

A Polícia Civil teria acessado câmeras de segurança da cidade, que mostram Raquel sentada no banco de passageiros do veículo que estavam. Apesar disso, a defesa do suspeito ainda não teve acesso às imagens.

Agora, Ivam aguarda laudo do IMOL (Instituto Médico de Odontologia Legal) com a causa da morte para analisar as abordagens a serem seguidas sobre o caso.

MORTE E OCULTAÇÃO DE CADÁVER
A Polícia Civil de Terenos foi avisada sobre um achado de cadáver no domingo (27). A vítima foi identificada como Raquel Perciliano, 59 anos. No dia seguinte, o homem que estava com ela pediu para que um advogado informasse à polícia sobre o ocorrido.

A informação repassada à polícia dava conta que o homem teria mantido relações sexuais com Raquel, próximo da rodovia MS-355. Ele narrou que a vítima começou a ter falta de ar durante o coito e se encaminhou em direção a um hospital.

Ainda segundo o relato, o motorista disse ter ficado nervoso com a vítima e, em dado momento, percebeu que ela estava morta. Em vez de continuar em direção a uma unidade de saúde, o motorista contou que rodou com a vítima morta por cerca de duas horas, sem rumo definido.

A Polícia Civil relatou que há uma marca de lesão no rosto de Raquel, compatível com ferimento antes da morte. O homem prestou depoimento e foi liberado. O caso é investigado.

 



Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.
Para mais informações, consulte nossa política de cookies.